terça-feira, 10 de julho de 2018

Número de mortos por chuvas e deslizamentos no Japão vai a 141

Policiais chegam para limpar os escombros de uma rua atingida pela inundação em Kumano, no Japão. Equipes de resgate trabalham para alcançar moradores presos após as chuvas devastadoras que mataram pelo menos 81 pessoas (Foto: Martin Bureau/AFP)
A o menos 141 pessoas morreram em consequência das fortes chuvas na região oeste do Japão, anunciaram as autoridades, que prosseguem com a busca por desaparecidos em bairros completamente cobertos de lama e entre os escombros de imóveis As operações de busca continuavam no oeste do arquipélago, onde pelo menos 10 pessoas continuam desaparecidas, segundo o porta-voz Yoshihide Suga. Por isso, as autoridades temem o aumento do balanço de mortos com o avanço dos trabalhos de busca Com a gravidade da situação, o primeiro-ministro Shinzo Abe cancelou uma viagem que o levaria a Bélgica, França, Arábia Saudita e Egito, informou a imprensa Na cidade de Kumano, a lama destruiu várias casas, que viraram pilhas de madeira O sol começa a secar as áreas inundadas. As equipes de emergência procuravam os vestígios de muitos desaparecidos Estamos retirando os escombros onde podemos. Também retiramos casas destruídas. Se não fizermos isto é impossível chegar até os possíveis sobreviventes presos nos escombros", afirmou uma fonte militar Ao retornar para suas casas destruídas com a redução da chuva, os moradores começaram a perceber a amplitude da tragédia. Bairros inteiros estão inundados, veículos foram parar em crateras abertas em estradas devastadas, pontes foram destruídas e a lama domina o cenário Na cidade de Kurashiki, na província de Okayama, "parece que não há mais ninguém pedindo ajuda nos telhados das casas", afirmou um socorrista  Os socorristas se deslocavam ontem (domingo) em barcos pela amplitude das inundações, mas a água está escoando progressivamente e, se o nível registrar uma redução suficiente, poderão chegar a zonas muito afetadas por estrada ou a pé", disse a porta-voz da agência de gestão de catástrofes do município de Okayama. "Hoje não chove, mas temos que permanecer alertas com a lama", insistiu g1.globo.com

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